“O ano de 2014 teve
várias notícias pouco animadoras: perdemos a tão duramente conquistada posição
de 6ª maior economia mundial alcançada em 2012, enquanto nossa arrecadação
tributária ultrapassou a cifra de R$ 1,85 trilhão – mas dando o menor retorno à
população”.
Com o parágrafo acima, iniciamos o presente artigo durante
sua última atualização (ainda no começo de 2016); de lá para cá, o Brasil mergulhou
mais profundamente na crise econômica que já atravessávamos desde 2015...
para finalmente emergirmos no ano seguinte (2017), quando então
crescemos 1% – reduzindo a inflação elevada (que chegou a dois dígitos em 2015)
para o menor patamar desde a adoção do regime de Metas de Inflação
(saindo de uma taxa de juros anual de 14,25%
para 6,75% – a menor da história).