sábado, 10 de agosto de 2013

Revolução Institucional, nossa pólis brasileira...

Atualizado em 17/01/15

No capítulo Revolução Institucional, entidades subnacionais..., o autor discorreu sobre a reorganização territorial das entidades subnacionais, aumentando o número de Estados (baseado em critérios geográficos), mas sem contarem com qualquer órgão de direção política – apenas os municípios terão Câmaras Públicas colegiadas para cuidarem de sua gestão administrativa.

sábado, 27 de julho de 2013

Revolução Institucional, vigiar e punir...

Atualizado em 17/06/2017

Neste novo capítulo da REVOLUÇÃO INSTITUCIONAL, abordaremos uma realidade cada vez mais cruel em nosso País e que se torna imprescindível trata-lo com a devida parcimônia: o Sistema Prisional Brasileiro, que vem dando graves sinais de abandono e, porque não dizer, de falência institucional – um sistema ultrapassado e ineficiente que precisa ser reformado... IMEDIATAMENTE!

domingo, 2 de junho de 2013

Revolução Institucional, crescimento responsável...

Atualizado em 19/01/15

Neste capítulo da REVOLUÇÃO INSTITUCIONAL, o autor tratará dos diversos problemas urbanísticos e econômicos que atualmente enfrentamos nas nossas cidades, que hoje nos impedem de crescer no mesmo ritmo dos demais emergentes e até dos nossos vizinhos. 

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Revolução Institucional, proteção social...

Atualizado em 18/01/15

Mais de 16 milhões de pessoas vivem atualmente em situação de extrema pobreza no Brasil – a despeito de ter reduzido em seis vezes o número de miseráveis de 1995 até 2012. Em sua maioria estas pessoas sobrevivem (já que viver não seria o termo mais adequado para se referir à sua luta diária por comida e abrigo) nas Regiões Nordeste (fortemente castigada pela seca) e Norte (isolada pela falta de infraestrutura).

sábado, 7 de julho de 2012

Revolução Institucional, a diplomacia...

Atualizado em 04/01/2018

No campo diplomático, nenhum país de relevância mundial (sem pretender desmerecer nenhuma nação, obviamente) pode se orgulhar como o Brasil em ao menos um aspecto único: a ausência de hostilidades estatais. Não há, ao menos até a conclusão deste capítulo, nenhum país do mundo que tenha qualquer tipo de pendência diplomática conosco, que possa evoluir de alguma forma para um conflito armado.